As vozes do Nelson Rodrigues não me deixam dormir. Medo de quê, carambolas? Medo de quê! Uma que é assim, assim. Na rua tal, número tal. Palpite... Não dá palpite! É batata? Batatíssima! Pela minha palavra de honra! Não, o brasileiro não... o brasileiro é pacifico! Não faz drama! Para que tanto drama? Eu ainda serei um Otto Lara Resende... Rapaz... dá bico em barriga de mulher grávida, mas não se mete com os pederastas! A pederastia no Brasil é uma potência! Só eu não como ninguém! Eu odeio esse homem! A mijada é como o ato sexual. O maior enterro que o Brasil teve foi o do Barão do Rio Branco, ah, sim, foi sim. Quem não morreu com a espanhola? O Abdias olha para a gente como se ele fosse o único negro que ainda não foi surrado pelos brancos. A grã fina das narinas de cadáver, o padre de passeata, a esquerda festiva, o crioulo sem dentes com a camisa do Flamengo, o crioulo do Chicabom entendiado diante a nudez feminina na praia, o cretino fundamental, o canalha, o brasileiro é um cafajeste! o Palhares, aquele que não respeita nem as cunhadas. É preciso ter paixão até para chupar um Chicabom. As estudantes do Pedro II. Amantes... nunca as teve! O Manuel Bandeira disse: "Não façam pães, construam pirâmides, mas o que é o Manuel Bandeira senão uma pirâmide de confeitaria?" O sujeito não precisa ser nenhum Goethe para saber que o Nelson Rodrigues é o maior escritor brasileiro de todos os tempos.
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