Eu sempre tive interesse pela psique dos psicopatas. "Talvez você seja um!", "Na minha geladeira só tem comida saudável... não comeria restos humanos.." Eu não me interesso pelos "cínicos", que somos nós, a maior parte da população, as pessoas comuns. O cínico nunca me interessou nem como figura literária. Pois eu gosto de extremos. "Fulano não fede nem cheira", se dizia na Penha, esse tipo de gente me faz bocejar. Agora eu comecei a me interessar pelo que eu vou chamar de "puros", por falta de uma definição científica. Eles realmente existem. No meu realismo extremado, não consegui enxergar isso. São pessoas que simplesmente não conseguem perceber a malícia do mundo. Eles passeiam pela terra como se fossem Pollyannas. No início pensei que fosse fingimento. Eu conheci dois exemplares dessa espécie rara, e pretendo me debruçar sobre eles nos próximos anos. Talvez comece a escrever livros água com açúcar para comadres e compadres ao invés dessas obras recheadas de lunáticos. Pode ser que consiga vender livros para as universidades e ganhe um caraminguá com isso.
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