Ela olha do segundo piso do shopping. E sabe que o velho com tufos de cabelos nos ouvidos, terno preto, e carteira recheada está à sua espera. Ele e aquele rapaz andrógino que parece não querer estar ali. E que logo, logo, fará coisas às quais parece não querer fazer. Mas que sempre, faz. O carro é longo e preto. Ela lembra do noivo que está em casa, tão doce ao telefone, igual um personagem de uma comédia romântica. E pensa no casamento. Quando a amiga ameaça falar, ela diz: já tô indo.
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A Síndrome da Pós-Modernidade
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cotidiano sempre mostrando uma revolução, mesmo que seja pelo simples fato de não querer...
ResponderExcluirObrigado Gabriel... por dar essa passada por aqui e pela motivação... um forte abraço!
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