Edith Wisner foi o grande amor da vida de Raul Seixas. Ou, melhor, Edith foi o grande amor da vida de Raulzito. Antes da invenção Raul Seixas. Tudo o que aconteceu depois na vida de Raul, teve início com a quebra dessa paixão. Toda a depressão e as drogas onde ele tentou aliviar a sua dor. Raul não amou nenhuma mulher com a mesma intensidade com a qual amou Edith. Assim como Salinger com Oona O'Neill, ou Henry Miller com June. Todas as vezes que fingiu amar profundamente alguém foi apenas para chamar à sua atenção. Edith amou Raul com a mesma efervescência. Basta ver o seu depoimento magoado para o documentário sobre ele. Se Edith não sentisse mais nada por Raul, ela teria simplesmente ignorado. Mas, depois de tanto tempo se manifestou de forma agressiva. Ficou frustrada tanto quanto ele pelo fim do romance. Não é possível tanto sofrimento. Eles deveriam ter se acertado. Talvez hoje não existisse Raul Seixas. Quem sabe se o casal não estaria vivendo uma vida comum nos Estados Unidos. Com o Raul tendo um cotidiano normal com as suas alegrias e tristezas. Mas ao lado do seu amor. Creio que eles ainda vão se reconciliar um dia. O mundo não pode ser tão injusto. Talvez eles já estejam vivendo juntos em outra dimensão.
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